Hoje não quero escrever nada de mais.
Só quero deixar registrado aqui, o link de um vídeo que me traz uma coisa muito boa toda vez que assisto.
Sugiro que você pare tudo que está fazendo por 2 minutos e 45 segundos, e assista com muita atenção.
Vale a pena, eu garanto!
http://www.youtube.com/watch?v=_P6KUvYyTqE

E a poeira vai abaixando...
E as coisas voltando ao normal! o/
Claro que sempre tem uma pulguinha enchendo o nosso saco né? Ainda mais quando se trata de mim. hahaha Ninguém mandou minha mãe me ter bem no dia 3/09.
Ser virginiana complica minha vida, porque eu sou extremamente perfeccionista, no que quer que seja o assunto... Aí não dá né, mano. :D
Mas faz parte.
Ontem, brincando de conselhos no facebook com um amigo, ele falou de largar tudo aqui e ir logo pra São Paulo fazer Música na USP. Tá, é um coisa que é tipo, sem condições, até porque eu não passaria na Prova de Habilidades Específicas. At all!
E eu preciso me formar em Pedagogia! Se meus planos continuarem os mesmos pro futuro, eu vou precisar desse diploma mais tarde... Mas que dá vontade, ahhh... isso dá!! Demais!! E aí eu começo a pensar (xiiii...): talvez essa vontade toda também não passe de querer fugir do que me atormenta aqui. Mano, porque eu sou tão complexa? hahahaha..
Tá tudo tranquilo, mas tá tranquilo porque eu não tô encarando meus problemas de frente. Mas será que o melhor seria mesmo encarar logo e acabar com eles? Talvez eu não queira.. Não só porque não é a decisão mais confortável, mas também porque se eu fizer isso, pode ser que eu esteja jogando fora futuras oportunidades... o que nos leva a concluir que não são exatamente problemas, e sim... situações desconfortáveis...? Acho que é a melhor definição...
Não quero empurrar nada com a barriga, mas acabo sendo obrigada pela decisão de outras pessoas. Na verdade, obrigada não, jamais. Eu vou levando até quando EU quiser. Quando me cansar/irritar eu simplesmente vou chegar e falar "Queridão(a), pra mim não dá mais não."
Já fiz isso muitas vezes, e não vai ser agora que eu não vou fazer. Pode até parecer meio grosseiro e egoísta quando a gente fala assim, mas o que importa mesmo pra mim, sou eu. Já sofri muito por pessoas que não mereciam, e eu sei que eu não mereço sofrer assim de novo. Então, so sorry, mas a minha felicidade tá acima de qualquer coisa. Pelo menos pra mim. Pelo menos por enquanto.. Acho que quando eu tiver um filho, a dele vai vir primeiro. ahaoeiuhoieuahae
Voltando ao assunto, o que eu preciso enxergar com mais facilidade é que em qualquer lugar que eu estiver, vão existir "situações desagradáveis" e eu vou ter que lidar com elas. Não é simplesmente porque eu vou morar em outra cidade, que elas vão desaparecer e tudo vai ser um paraíso... vocês entendem? Então, me ajudem a convencer minha mente disso! hahahahaha
Então tá. Vou me aquetar aqui, tentar adiantar meu curso de Pedagogia, e arrumar meus horários pra me dedicar duplamente aos meus estudos musicais. Próximo objetivo: Conseguir entrar pra música na USP até o fim de 2013 pelo menos. E vamo que vamo!!!
(Eu tinha criado o blog pra falar das coisas sem ninguém saber, mas me encheram tanto o saco pra falar qual era o blog, que agora não posso mais escrever sobre as coisas abertamente ¬¬ haha)
Afinal, a gente ama quem não ama a gente. Mas a gente ama. Ama muito. Ama sofrer por quem não merece. Ama a música. Ama a arte. Ama a composição. Toca o telefone. Concentração!Técnica, execução. Talento e doação. Mas a gente ama. Ama muito. Ama as borboletas, o suor, a respiração. Me sinto ligada, condicionada. Insaciável realização. Passa o tempo. Já acabou? Vale muito a pena. Utópica paixão...
Abro os olhos. Foi tudo um sonho. Quero voltar... vou voltar! Na vida real... é a vida real!
E a gente ama. Ama muito.
Passa o tempo...
Hoje foi um dia um tanto quanto... diferente! Notícias estranhas, ruins... é muito ruim ouvir coisa que a gente não quer. Acho que quando a gente já está esperando fica mais fácil disfarçar, mas no fundo, no fundo mesmo, a gente fica triste. E hoje foi um dia com esse tipo de notícias. Notícias que também foram inesperadas, e da mesma forma me entristeceram, ou pior; me decepcionaram. É ruim pensar que a gente pode fracassar. É pior ainda pensar que tudo que se viveu, todo esse tempo que passamos aqui na terra, pode acabar em menos de um milésimo de segundo.
O que me motiva, é saber que tudo isso que a gente passa, vai pro nosso "currículo de experiências" e que com elas, só se cresce. Bem... com a maioria delas.
Afinal, a vida é como uma grande peça de teatro. E o mais interessante é quando você consegue olhar assim, de fora. Como se fosse platéia, expectador, ancioso para ver a próxima cena. As pessoas que estão ao seu redor, participando do seu dia-a-dia, são os personagens. E como toda trama, a vida também tem o mocinho e o bandido. O mocinho? É você. O bandido? São as pessoas que te magoam.. que te fazem sofrer.. que te fazem pensar, se aquilo tudo, toda a mágoa/chateação/sofrimento vale a pena.. Se é válido mesmo sofrer por quem elas são. Se aquele amor "verdadeiro" realmente merece todo o esforço que você deposita nele. Muitos desses atravessam o nosso caminho no decorrer das cenas do nosso espetáculo. A gente só tem que tomar cuidado, pra não se deixar enganar pelos figurinos de cada um, pelos disfarces das faces. Na verdade, o grande problema é que, às vezes, nós caimos na conversa dos bandidos (como todo bom mocinho). E, no final, acabamos nos deparando com os mesmos sentimentos de sempre: desilusão, decepção..
Ainda vem um babaca e fala "é a vida." ...
Lógico que é a vida! Quem a escreve é VOCÊ! o diretor dessa peça, é VOCÊ! e o personagem principal, é VOCÊ.
E com isso, fecho o círculo do meu pensamento; devo estar fazendo tudo errado pois, se estou certa no que disse acima, só EU posso escolher quem vai se dar bem no final..


