La magie se poursuit...

chuchotant, quand personne ne l'écoute.

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Quem é o verdadeiro feiticeiro? Pois um feiticeiro sabe que é feiticeiro. E faz o que faz, exatamente por ser um feiticeiro. Às vezes, no fundo, beeem no fundo (ou não), ele faz o que faz porque é um feiticeiro malvado mesmo. Burras, são as pessoas de acreditarem que talvez ele possa ser bonzinho...

aqueeeeela sensação de: se vc me conhece tão bem, pq fez algo que deveria saber/sabia que ia me chatear?
OIW324NDpaisdh423iwUDHNoiqh4udwyboiu78nqsmpz08hisUDYO56WBU8024DNX796424AISUSYoiuasy: é minha cabeça agora.

Qua coisa maluca que é esse nosso coração. O meu já foi bem mole, mas hoje em dia tá mais endurecido. Acho que a palavra é calejado. Poucas coisas deixam ele bem apertadinho, que quase some.
Mas uma das piores dores que alguém pode sentir é quando alguém que você goste muito (poucas, pouquíssimas pessoas tem esse valor pra mim) vem chorar no seu ombro. Mas assim, chorar mesmo. Quando você vê que a pessoa tá sofrendo mesmo..
É quase como perder alguém querido. Você se vê impotente, sem poder fazer nada pra pessoa melhorar.. tenta distrair da maneira como pode, mas a dor mesmo, só passa como tempo..
E eu que sou bem agoniada pra ver quem eu amo feliz, enlouqueço, tentando tirar/cessar/matar/acabar com a dor de qualquer maneira; pegaria pra mim se fosse possível!!!
"Passa todo esse sofrimento pra mim, mas não sofre desse jeito, por favor..."
Por que eu já to sofrendo junto de qualquer maneira..
E a vontade de matar o motivo?! De acabar a qualquer custo com quem teve a infelicidade de colocar tanto sofrimento dentro de alguém que não merece nenhum??? Ai ai ai...

Confesso que dou valor pra pouquíssimas pessoas. Faço o meu melhor por pouquíssimas pessoas.. Talvez devesse aumentar o leque de possibilidades, mas eu acho que quando você se dedica pra menos "assuntos", você se dedica com mais qualidade. E tem gente que merece mesmo.. assim como tem gente que não merece nem um pouco. Nem um filhetinho de dedicação. Nem um pouquinho de credibilidade..
Já dei credibilidade pra muita gente que não merecia. E a gente vai tomando um monte de "bolas de tênis na nuca", mas vai aprendendo que não é "todomundo" que merece. Assim como não é "ninguém" que merece.
Tá difícil de distinguir, mas um pontinho de vontade surge de vez em nunca dentro de mim.. os intervalos de aparição estão cada vez maiores.. só espero que ele não suma de vez! Ainda quero ser feliz...
Comecei no A, parei no Z. Aí vai!

"Quando a possibilidade de um relacionamento entre eles se esfarelou, Emma lutou para se proteger diante da indiferença de Dexter, e agora uma observação daquelas não causava mais dor do que, digamos, uma bola de tênis atirada na nuca. Ela mal acusava o golpe...

(...)
...tomando outra bolada de tênis na nuca.
(...)
As bolas de tênis chegavam cada vez mais rápidas, com uma ou outra bola de críquete no meio. Emma se espreguiçou e olhou para o céu..."

por Ana Flávia C. Ramos, em Tabnarede

Tragédias como a ocorrida na Escola Municipal Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro, sempre provocam grande comoção pública, indignação e, obviamente, tristeza pelas muitas crianças perdidas no atentado. Além desses sentimentos, tais fatos provocam também um grande tsunami de “especialistas”, mobilizados em velocidade estonteante pela mídia, para dar laudos e explicações quase matemáticas sobre as motivações do assassino. O atirador Wellington Menezes de Oliveira, segundo as informações desses “cientistas da tragédia” (que variam de “criminólogos” a policiais militares), era tímido, solitário, filho adotivo, “usuário” constante do computador (a “droga” dos tempos modernos segundo os “analistas”), ateu, islâmico, fanático, fundamentalista, portador do vírus da AIDS e, provavelmente, vítima de bullying na escola.

Certamente não há como contestar que todo ato humano, e por isso histórico, se explica a partir da análise de uma cadeia de relações complexas. Como digo aos alunos, nada tem resposta simples e direta. Entretanto, o tipo de questão levantada para entender o terrível ato de Wellington Menezes de Oliveira diz muito mais sobre nós mesmos do que sobre ele. Todos os nossos preconceitos estão embutidos nessas respostas. De fato, não sabemos, e talvez nunca saibamos, por que exatamente ele atirou contra cada uma das crianças (em sua maioria meninas), assim como não sabemos sobre as reais motivações dos muitos atentados como esse, ocorridos em países como Estados Unidos e Dinamarca. Mesmo depois de tudo o que se discutiu, ainda é difícil, por exemplo, explicar Columbine (abril de 1999).

Uma das coisas que mais tem me chamado a atenção é a recorrência da explicação que elege o bullying escolar como um dos fatores que podem desencadear esse tipo de ato violento. A explicação não é nova, Columbine é prova disso. Há mais de dez anos atrás, dois meninos entram em uma escola, de capa preta (quase como em um filme hollywoodiano) e atiram em seus colegas. “Especialistas”, gringos agora, se apressam em dizer as razões: divórcio nas famílias, videogames, filmes violentos, Marilyn Manson, porte de armas facilitado e, como não poderia faltar, bullying na escola. É inegável que o bullying é uma realidade. É indiscutível que ele é extremamente nocivo e doloroso aos alunos que sofrem com ele. É evidente que há urgência em iniciar um debate para saber como sanar o problema. Mas a pergunta que fica é: o que de fato é o bullying? Ele é um sinal (histórico) de que? E ainda mais: ele é um problema restrito à escola? Por que os alunos são tão cruéis com seus colegas?

A tragédia na escola do Rio de Janeiro acontece num contexto bastante relevante. Em outubro de 2009, Geyse Arruda foi hostilizada por seus colegas de faculdade porque, segundo eles, ela não sabia se vestir de modo “apropriado” para freqüentar as aulas. Em junho de 2010, Bruno, goleiro do Flamengo, é suspeito de matar a ex-namorada, Elisa Samudio, por não querer pagar pensão ao filho. Suposta garota de programa, Samudio foi hostilizada na opinião de muitos brasileiros. Após rompimento, Mizael Bispo, inconformado, mata sua ex-namorada Mércia Nakashima em maio de 2010. Em novembro de 2010, grupos de jovens agridem homossexuais na Avenida Paulista, enquanto Mayara Petruso incita o assassinato de nordestinos pelo Twitter. E mais recentemente, em cadeia nacional, Jair Bolsonaro faz discurso de ódio contra homossexuais e negros. Tudo isso instigado e complementado pelo discurso intolerante, preconceituoso, conservador e mentiroso do candidato José Serra à presidência da República. A mídia? Estava ao lado de Serra, corroborando em suas artimanhas, reforçando preconceitos contra Dilma, contra as mulheres e contra os tantos mais “adversários” do candidato tucano.

Wellington matou mais meninas na escola carioca. Se, por um lado, jamais saberemos as reais razões que o fizeram agir dessa forma, por outro sabemos o quanto a sociedade brasileira tem sido, no mínimo, indulgente com atos de intolerância, machismo, ódio e preconceito contra mulheres, negros e homossexuais. Se não há uma ligação direta entre esses diversos acontecimentos, eles pelo menos nos fazem pensar o quanto vale a vida de alguém em um contexto de tantos ódios? Quantas mulheres morrerão hoje vítimas do machismo? Quantos gays sofreram violência física? Quantos negros sentirão declaradamente o ódio racial que impregna o nosso país? O que é o bullying se não o prolongamento para a escola desse tipo de mentalidade? Quantas pessoas apoiaram as declarações de ódio de Bolsonaro via Facebook? Aquilo que acontece no ambiente escolar nada mais é do que um microcosmo do que a sociedade elege como valores primordiais. E o Brasil, que por tanto tempo negou a “pecha” de racista e preconceituoso, vê sua máscara cair.

Não adianta culpar o bullying, achando que ele é um problema de jovens, um problema das escolas. Não adiante grades e detectores de metal nas entradas ou a proibição da venda de armas. Como professora, sei que o que os alunos reproduzem em sala nada mais é do que ouviram da boca de seus pais ou na mídia. Não adianta pedir paz e tolerância no colégio enquanto a mídia e a sociedade fazem outra coisa.
Na escola, o problema do bullying é tratado como algo independente da realidade política, econômica e social do país. Mas dá pra separar tudo isso? Dá pra colocar a questão só em “valores” dos adolescentes, da influência do malvado do computador ou dos videogames? Ou é suficiente chamar o ato de Wellington de uma “violência pós-moderna” sem explicação? Das muitas agressões cotidianas, a da escola do Realengo é apenas uma demonstração da potencialidade de nossos ódios. A única coisa que me pergunto é: teremos a coragem de fazer esse tipo de discussão?

Ana Flávia C. Ramos é professora, historiadora pela Unicamp

Posso te falar dos sonhos, das flores...
de como a cidade mudou...
O tempo passa, e tudo muda. Não entendo porque o que eu sinto não muda. E toda vez que eu lembro disso, uma tristeza tão grande toma conta de mim, que as vezes eu não sei se vou aguentar... Já não choro mais, cansei de chorar. Mas não é suportável. Não é.
Posso te falar do medo, do meu desejo...
do meu amor...
Já falei, muitas vezes. Acho que o tudo não basta. O tudo meu é nada seu. E não sei porque você não me deixa. Não me deixa, porque todo lugar que eu vejo tem alguma coisa sua. Ou é sua família, ou é seu carro, seu perfume, qualquer coisa. Não aguento mais isso, não quero mais isso. Mas não sei como tirar você de mim. Não sei.
Posso falar da tarde que cai
E aos poucos deixa ver no céu a Lua
Que um dia eu te dei
Sim te dei. Te amei com todas as minhas forças, apesar de não demonstrar quase nunca. Te quis do meu lado, PRECISEI de você do meu lado. E apesar de você ter me decepcionado muito, me feito muito mal, eu não vejo como dar um fim nisso tudo. Porque continuo olhando suas fotos, e sentindo isso aqui dentro? Porque continuo esperando que você largue tudo e me ligue dizendo para sermos felizes pra sempre? Porque eu simplesmente não consigo te excluir da minha vida, tão fácil como exclui teu número do meu celular?
Gosto de fechar os olhos
Fugir do tempo, de me perder
Posso até perder a hora
Mas sei que já passou das seis

As vezes quando eu fujo, e me perco, eu consigo esquecer um pouquinho que você existe. E eu tenho paz. Mas você dá um jeito de voltar pra minha vida, não necessariamente intencionalmente, mas você sempre volta. E eu cansei! Mas não sei como dar um basta. Não acredito ainda que você fez o que fez. Depois de tudo que passamos juntos, depois de mais de 6 anos, você vir falar desaforos na minha cara. Você é a grande decepção da minha vida. A maior de todas. E não é suportável. Eu não aguento mais.
Sei que não há no mundo
Quem possa te dizer
Que não é tua a Lua que eu te dei
Pra brilhar por onde você for
...
Não há. Ninguém. Nem mesmo quem você imaginar agora. É tua, e sempre vai ser. Não é suportável imaginar você com..., eu tento, mas não consigo. Não quero ver. Nunca. Eu te amei. Mas não quero mais... Cansei. Nem que eu te peça, por favor, não me atenda. Não quero isso pra mim. Sinto muito por o meu grande amor, ter se tornado a minha grande decepção. Mas não dá mais. Não é suportável.

tem gente que não sabe nem o que tá passando na nossa vida, e acha que tem o direito de julgar né? Sabe, a gente fica tentando dar uma de sabichão, adivinhar porque alguém fez algo, quando a gente não sabe nem 1/5 das coisas que realmente acontecem na vida desse alguém.
e se era mesmo pra acontecer?
e se o destino era A, e não B, como a gente queria?
quem sou eu pra te julgar???
quem é VOCÊ pra me julgar?

se algum dia fiz algum mal pra alguém, pode ter certeza que eu pensei antes, e vi que aquela era a única solução pra situação em eu me encontrava. ou mesmo a minha vontade. isso é meio egoísta, eu sei. e me desculpo por essa parte. mas não pelo que fiz. não acho que devo me desculpar por nada que eu tenha feito recentemente... de verdade ;)
não vou entrar nem no mérito de talvez as pessoas as vezes merecerem levar uns baques, pra ver se param de sacanear com os outros; porque de verdade, vingança não é algo do meu feitio. tenho nojo de vingança, e pode ter certeza, que se algum dia me vinguei de alguém, foi quando eu tinha 6 anos, e no máximo usando algumas palavras infantis. porque é isso que vingança é: uma atitude infantil.
ninguém sabe das minhas vontades, ninguém sabe o que eu realmente penso, o que eu realmente quero. você pode estar contando algo pra alguém, tipo "ah, eu sei que você adora isso", e você pensando por dentro "nossa, tu não me conhece mesmo, odeio isso." e não falar nada. e a pessoa vai ficar achando que te conhece e sabe tudo da tua vida. e é aí que tá o problema. no "ficar achando..."
na boa, para de achar! vem e me pergunta! pergunta, resposta, DIÁLOGO. agora, se tu acha que não vale a pena, então manda tomar no cu mesmo, e pronto. se tu prefere "ficar achando" o que você quer como verdade, então você não merece minha preocupação, muito menos meu respeito.

Agora, aprendam uma coisa, pessoal. não é porque alguém fez uma besteira com você, que você pode sair por aí se fazendo de vítima. pensa bem, láá no seu interior, e reflita se você não já fez alguma merda, não já também sacaneou alguém, até mesmo a pessoa que te sacaneou. as vezes a pessoa pode estar no total direito dela e com toda a razão de ser escrota, e você tá reclamando de barriga cheia...
e lembrem-se também, que o que é nada pra você, pode ser MUITO pra alguém; assim como o que é muito pra você, pode ser NADA pra alguém.

04/04
Escrito no dia 04/04. Prometo que juro que daqui pra frente nunca mais deixarei de ouvir minha sábia e inquieta intuição.


Deitada na cama, com as luzes apagadas, ela pensava. 
Deitada na cama, com as luzes apagadas, ela pensava nele.
Deitada na cama, com as luzes apagadas, ela pensava nele e nela.  
Ela pensava em como eles podiam estar tão juntos. E em como eles não estavam juntos.
Deitada na cama, com as luzes apagadas, o silêncio absoluto não reinava.
Sua mente não deixou.
Onde ele estava, ela sabia. O que ele estava fazendo, ela sabia. Como ele estava? Ela também sabia. Tudo sentimentalmente e meramente físico.
Mas era difícil interpreta-lo.
Em um único olhar, ele lhe transmitia paixão e indiferença. Calor e frio. Companhia e solidão.
O que ele pensava? Ela não tinha nem idéia... 
Deitada na cama, com as luzes apagadas, ela pensava no que ele pensava.
E quanto mais pensava, menos entendia.
A realidade lhe parecia desconfortavelmente sem graça.
Deitada na cama, com as luzes apagadas... 
Deitada na cama, com as lu...
Deitada na cam...
Deit...
...

Tenho que terminar de contar da viagem né??
Mas fica pra uma outra oportunidade... quero falar bem muito dos musicais ainda, mas não agora! :D

Na verdade, tenho pensado muito durante essa viagem de Sampa.. Tenho pensado no meu futuro, no que eu vou querer mesmo pra vida.. Tenho pensado em tirar umas coisas que andam pesando na minha "bagagem", o que alguns preferem chamar de "vida"...
Tenho pensado que MUITA COISA aconteceu em 2009. Muita coisa boa! E muita coisa que não devia acontecer..
Uma delas que tá presa aqui dentro, tá começando a me incomodar; e já era tempo.
Eu não sei exatamente onde eu estava com a cabeça quando tudo aconteceu. Na verdade, era algo que eu queria muito, mas que quando aconteceu, não foi exatamente como eu previa. O encanto se quebrou.
Tudo que eu construi em mais ou menos 6 anos de "amizade-colorida" foi pro espaço.
Tá, mentira. O que NÓS CONSTRUIMOS, sempre vai existir. Até porque, está lá, no passado. E o passado a gente não pode mudar.
Mas a imagem que eu tinha daquela pessoa, mudou. Eu vi que na verdade, eu estava idealizando alguém que não existe. Alguém que é perfeito pra mim, mas que não é você.
Enfim.
Ainda tenho que me acostumar com a idéia de que... na verdade, você não é quem eu achava que você é. Isso é tema de filme né? kkkkkkkkk
E o pior de tudo (ou o melhor...) é que a culpa disso tudo é só minha. (:
Paradigmas se quebrando... but anyway. Acho que ainda não quero te ver casando.
Algum dia, num futuro próximo, conseguirei, I promise. ;)

Na verdade, ser exclusiva faz falta. Ser o mundo, a razão, a metade da laranja.
Ser única, e não "aquela outra"..
Ser a historia, e não a intromissão.
Infle o ego de quem quiser inflar (o que eu imagino que já esteja BEEEM inflado. hahaha).
O fato eh que eu cansei de me encontrar na mesma situação em tantas historias diferentes. E eu acho que eu tenho o direito de me sentir mal por conta disso.
Na verdade preciso aprender a lidar com essas coisas, porque não aguento mais correr pra chegar no mesmo lugar. Um lugar que eu quero que seja meu. Que, actually, era pra ser meu.. mas que não é meu.

E finalizo o post com uma música pra pensar...

"Don’t get me started, it’s getting kinda crowded in here
Back up off me, I’m feeling like I’m suffocating
Now here’s my problem, I’m not gonna be your chick on the side
Forget about it, you know damn well it wouldn’t be right
I don’t know what you been thinking bout me
Did you think this was gonna be that easy?
Hell no you must be going crazy!
Why don’t you get back to your world, Go back to your girl
I think you owe her.
I know what’s going on
I won’t be second to none...
They say you can’t have your cake and eat it too
Tell me what’s the meaning?
What’s the sense of me having cake if I can’t eat it?
Cheaters never win my friend
You like creeping but hate when your girl start cheating..."


créditos à http://tocanaferida.blogspot.com

Preciso desabafar! Super cansei. Cansei de ser a menininha otária legal para caralho que aceita tudo que fazem. Aguentei muita coisa nos últimos meses e isso não está me fazendo bem. Tá só enchendo minha cabeça com coisas que eu sei que não valem a pena. Na verdade, você é que não me fez bem. Você não me quis bem. E eu acho que isso é o que mais dói… Eu bati de frente com pessoas que de fato queriam o meu bem, para te defender. E levei um tapão na cara no fim de tudo… Logo você! Com quem eu compartilhei os ultimos momentos mais valiosos da minha vida. Você, que imaginei que poderia contar a hora que fosse, que imaginei que largaria o que estivesse fazendo se eu simplesmente pedisse para você largar e vir me encontrar. Você, que me surpreendeu desde o início com uma intensidade de amor e de amizade que jamais havia visto. Um carinho, que jamais imaginaria sentir por um “simples amigo”. Hoje, você continua me supreendendo... mas com imaturidade, inconstancia, falta de consideração. Até porque, nada justifica. Não adianta tentar me explicar que as coisas que você disse naquela sexta-feira foram pq você não pensou nas consequências, ou que eu entendi errado o que você quis dizer. Mano, na boa, você “quis dizer” exatamente o que você disse, e você sabe disso. Até porque quem fala que “quando a gente ficou foi como se só existisse nós dois, e o mundo tivesse parado de girar” não é uma frase que a gente ouve de uma ficada qualquer. Foi tudo muito cômodo para você. Ficar comigo, naquela situação, foi muito cômodo para você. Conseguir de mim, um número de celular de uma pessoa que você já tinha interesse a muito tempo, foi muito cômodo. Todas as situações foram muito cômodas para você. Eu me sentí extremamente usada. Um objeto seu de manipulação. E em nenhuma hora, você pensou no meu bem. Você pode até fingir que pensou, super se fazer de vítima e postar palavras no seu blog falando que você está triste com toda essa situação. falando que sabe que me chateia saber de “outro alguém” sendo que você afirmou para mim, com essas palavras: “foi um presente de aniversario”, mas nããão. Foi um ctrl c + ctrl v das palavras que você ME disse na sexta-feira. E não bastando isso, você aparece namorando o “outro alguém”, na semana seguinte. Chega a ser bizarramente engraçado. :P Desculpa, mas a minha confiança você perdeu. E eu simplesmente não consigo acreditar mais nisso. Para mim, o sentimento mais feio que pode existir é o egoísmo. E é incrível o tanto que você pensa em si antes de qualquer coisa. “mimimi eu eu eu”. Isso só não me irrita mais que a mentira. E para mim, tudo que você disse não passou de grandes mentiras muito bem elaboradas para me usar como meio para conseguir as coisas que você quería. Depois de tudo, esse é o único jeito que eu consigo ver as coisas. Principalmente com você super fugindo do assunto. Fingindo que nada aconteceu. Graças a Deus, eu não sou mais uma criança que foge dos problemas e simplesmente finge que nada aconteceu, ou prefere eliminar os problemas cortando relações com as pessoas que os causaram. Eu não sou o tipo de pessoa que faz um drama imeeeenso só pra deixar as situações desagradáveis e criar climão. Só que eu cansei. Cansei de não falar o que eu penso! Eu sempre me seguro pensando no bem de outra pessoa e acabo ficando com um monte de peso nas costas, com um milhão de coisas pra falar. Eu imaginei, de verdade que valeria a pena escolher o caminho difícil por você. Mas agora eu vejo que imaginei errado. Não vou parar de falar com você, de maneira alguma. Você me fez te amar, e o amor não acaba assim, apesar de 98% das minhas lembranças suas serem recheadas de mágoas. Eu te amo, mas nesse momento, não to te amando nem um pouco. Não mesmo. Olho pra você e me sinto idiota de ter sido tão toscamente enganada e usada. Mas tenho, na verdade uma coisa pra agradecer pra vc. Obrigada por me mostrar que você não valia a pena, antes de eu me envolver mais; obrigada por me mostrar que você não passou de uma das grandes decepções da minha vida. Muito obrigada, de verdade.

E se você quiser continuar sem conversar sobre isso, pra mim, tanto faz. O que eu tinha pra dizer na verdade, já disse aqui. O meu ano novo eu não vou passar com isso na cabeça, pq eu tenho certeza que você vai ler. Assim como eu tenho certeza que você leu o meu e-mail, mas não teve coragem o suficiente pra se manifestar quanto à ele. Pra mim, X.

“Amo a liberdade, por isso deixo as coisas que amo livres. Se elas voltarem é porque as conquistei. Se não voltarem é porque nunca as possuí.”

Hoje, na aula de legislação, fiquei um bom tempo wondering (não sei palavra em português pra isso! aheiuahea) o que eu ia escrever aqui. Quando estava quase desistindo, a Ana me deu a prova da Católica pra eu dar uma olhada, e foi aí que eu desisti mesmo. hahahahaha
Na verdade, tenho muitas coisas pra falar, pra algumas pessoas em especial. Só que a minha intuição tá me falando pra ser mais RACIONAL e menos PASSIONAL. Sabe que eu acho que eu vou ouvi-la? Vou tentar, né! Pelo menos por enquanto.. =)
A questão que me incomodou esse fim de semana, na verdade, foi: porque as pessoas tem que ter um lado bom e um lado ruim? depois de muito pensar nisso, cheguei à seguinte conclusão: todo mundo tem um lado bom e um lado mau, e ponto final. O negócio é que, hoje em dia, as coisas estão tão deturpadas que as pessoas tem a tendência de se acostumar a não controlar o lado mau; ou o bom. E ficam simplesmente brincando com os sentimentos das pessoas que as cercam. Faz até parecer que a pessoa é bipolar, duas caras... sei lá.
Enfim. Não é possível que só eu me chateio com o tipo de comportamento que me foi mostrado nesse fim de semana. De verdade, pra mim, isso é falta de personalidade, falta de autocontrole. Mas faz parte né? Aos pouquinhos a gente vai aprendendo a lidar com quem vive perto da gente. Ou não aprende. Até porque eu não sou obrigada a conviver com um tipo de pessoa que eu sempre abominei. #falei
Por outro lado... foi um fim de semana de surpresas também agradáveis! Na verdade, eu odeio não saber o que as pessoas estão pensando. #EdwardCullenFail Hahahahaha...
Mas é sério. Ainda mais quando a gente já conhece a tal pessoa em questão, ou seja, quando a gente já tem um certo receio da indecisão da pessoa. O problema é que comigo nem receio funciona. Eu me entrego, cegamente, bem idiota. (Mas isso só acontece com uma pessoa, graças a Deus! hahahaha)
Eu sei, é muito confuso! Mas eu sou confusa.. oO e geralmente só consigo organizar minha mente um mês depois do ocorrido, então...
Pois é. Não sei exatamente o que é melhor eu sentir, o que não vai me machucar. Não sei o que esperar das pessoas - o melhor seria não esperar nada né, mas enfim. O meu coração dizendo: Acredita, espera, não custa nada; e minha cabeça dizendo: até parece que alguém mudaria a vida por você, deixa de ser otária.
Em quem e no que eu acredito, mano???
Tá foda, falei.

E pra quem não ia escrever nada, até que eu escrevi muitinho, né? :D
E se ninguém entender nada do que eu escrevi, o máximo que eu posso fazer é me colocar à disposição para posteriores esclarecimentos. Hahahahaha
à bechons *:

Hoje foi um dia um tanto quanto... diferente! Notícias estranhas, ruins... é muito ruim ouvir coisa que a gente não quer. Acho que quando a gente já está esperando fica mais fácil disfarçar, mas no fundo, no fundo mesmo, a gente fica triste. E hoje foi um dia com esse tipo de notícias. Notícias que também foram inesperadas, e da mesma forma me entristeceram, ou pior; me decepcionaram. É ruim pensar que a gente pode fracassar. É pior ainda pensar que tudo que se viveu, todo esse tempo que passamos aqui na terra, pode acabar em menos de um milésimo de segundo.
O que me motiva, é saber que tudo isso que a gente passa, vai pro nosso "currículo de experiências" e que com elas, só se cresce. Bem... com a maioria delas.
Afinal, a vida é como uma grande peça de teatro. E o mais interessante é quando você consegue olhar assim, de fora. Como se fosse platéia, expectador, ancioso para ver a próxima cena. As pessoas que estão ao seu redor, participando do seu dia-a-dia, são os personagens. E como toda trama, a vida também tem o mocinho e o bandido. O mocinho? É você. O bandido? São as pessoas que te magoam.. que te fazem sofrer.. que te fazem pensar, se aquilo tudo, toda a mágoa/chateação/sofrimento vale a pena.. Se é válido mesmo sofrer por quem elas são. Se aquele amor "verdadeiro" realmente merece todo o esforço que você deposita nele. Muitos desses atravessam o nosso caminho no decorrer das cenas do nosso espetáculo. A gente só tem que tomar cuidado, pra não se deixar enganar pelos figurinos de cada um, pelos disfarces das faces. Na verdade, o grande problema é que, às vezes, nós caimos na conversa dos bandidos (como todo bom mocinho). E, no final, acabamos nos deparando com os mesmos sentimentos de sempre: desilusão, decepção..
Ainda vem um babaca e fala "é a vida." ...
Lógico que é a vida! Quem a escreve é VOCÊ! o diretor dessa peça, é VOCÊ! e o personagem principal, é VOCÊ.
E com isso, fecho o círculo do meu pensamento; devo estar fazendo tudo errado pois, se estou certa no que disse acima, só EU posso escolher quem vai se dar bem no final..

MANO. na boa, as pessoas sabem como me chatear.

Eu já contei pra vcs sobre as 5 linguagens do amor?
Pois é. Existem 5 modos (resumidamente) de vc mostrar a uma pessoa que vc a ama. Na verdade, são 5 maneiras de ela se sentir amada. Toque, presentes, qualidade do tempo, atitudes de serviço e elogios.
Dá pra imaginar cada um né. E todas as pessoas tem todas essas linguagens, mas sempre, uma delas vai predominar em cada um.
Enfim. a minha é a qualidade do tempo.
Ou seja, só de vc me mostrar que lembrou de mim alguma hora, ou passar algum tempo comigo, eu vou me sentir muito amada. E se vc não o fizer, vai ser como se vc não estivesse nem aí pra mim.
Magoar uma pessoa de algum jeito que envolva a sua linguagem de amor principal, é o PIOR JEITO de se magoar uma pessoa. É o jeito que mais afetará aquela pessoa.
Vocês entendem?
Pois é..

Sometimes the world tries to knock it out of you. But I believe in music the way that some people believe in fairy tales.. The music is all around us.. all we have to do, is listen...

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A melhor parte de ser eu é que eu não preciso me explicar pra ninguém. Que me apontem os dedos, me estiquem as línguas, me cuspam, me joguem pedras. Cada um sabe a delícia de ser o que é.