pra frente.
"Quando a possibilidade de um relacionamento entre eles se esfarelou, Emma lutou para se proteger diante da indiferença de Dexter, e agora uma observação daquelas não causava mais dor do que, digamos, uma bola de tênis atirada na nuca. Ela mal acusava o golpe...
É difícil te ver assim na mão de alguém.
É engraçado como as pessoas entram e saem da nossa vida num piscar de olhos.
Alguns entram, mudam sua vida de cabeça pra baixo, e quando você tá lá, no fundo do poço, eles simplesmente vão embora. E aí aparecem outros, que te ajudam a sair do fundo do poço, e aí continuam com você por aí.. durante toda a jornada da sua vida..
Hoje uma pessoa entrou de vez na minha vida. Fez uma coisa que nunca ninguém antes tinha feito por/pra mim. E hoje eu sei que ela realmente me quer bem. E me quer do lado dela...
Que me ama como eu sou, e melhor do que isso, acha o que eu sou, incrível.
Na vida não é fácil conhecer pessoas boas.. E eu tenho certeza que você entrou no meu caminho pra ser uma das melhores que já passaram (e ficaram!) nele. As vezes eu tenho vontade de te colocar numa caixinha e te ter só pra mim. Mas privar o mundo da sua alegria, seu coração enorme, lindo, do amor que você tem pra dar e ensinar, seria muito egoismo! (:
Tenho certeza absoluta que de você, eu nunca vou esquecer. E te quero pra sempre pertinho de mim, sendo meu pirulitinho.
Te amo muito!
"And I don't want to cry when you go,
stay a little longer, you know...
You're making me feel
The monsters aren't real.
You're making me feel
I'm not alone!"
Tragédias como a ocorrida na Escola Municipal Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro, sempre provocam grande comoção pública, indignação e, obviamente, tristeza pelas muitas crianças perdidas no atentado. Além desses sentimentos, tais fatos provocam também um grande tsunami de “especialistas”, mobilizados em velocidade estonteante pela mídia, para dar laudos e explicações quase matemáticas sobre as motivações do assassino. O atirador Wellington Menezes de Oliveira, segundo as informações desses “cientistas da tragédia” (que variam de “criminólogos” a policiais militares), era tímido, solitário, filho adotivo, “usuário” constante do computador (a “droga” dos tempos modernos segundo os “analistas”), ateu, islâmico, fanático, fundamentalista, portador do vírus da AIDS e, provavelmente, vítima de bullying na escola.
Certamente não há como contestar que todo ato humano, e por isso histórico, se explica a partir da análise de uma cadeia de relações complexas. Como digo aos alunos, nada tem resposta simples e direta. Entretanto, o tipo de questão levantada para entender o terrível ato de Wellington Menezes de Oliveira diz muito mais sobre nós mesmos do que sobre ele. Todos os nossos preconceitos estão embutidos nessas respostas. De fato, não sabemos, e talvez nunca saibamos, por que exatamente ele atirou contra cada uma das crianças (em sua maioria meninas), assim como não sabemos sobre as reais motivações dos muitos atentados como esse, ocorridos em países como Estados Unidos e Dinamarca. Mesmo depois de tudo o que se discutiu, ainda é difícil, por exemplo, explicar Columbine (abril de 1999).
Uma das coisas que mais tem me chamado a atenção é a recorrência da explicação que elege o bullying escolar como um dos fatores que podem desencadear esse tipo de ato violento. A explicação não é nova, Columbine é prova disso. Há mais de dez anos atrás, dois meninos entram em uma escola, de capa preta (quase como em um filme hollywoodiano) e atiram em seus colegas. “Especialistas”, gringos agora, se apressam em dizer as razões: divórcio nas famílias, videogames, filmes violentos, Marilyn Manson, porte de armas facilitado e, como não poderia faltar, bullying na escola. É inegável que o bullying é uma realidade. É indiscutível que ele é extremamente nocivo e doloroso aos alunos que sofrem com ele. É evidente que há urgência em iniciar um debate para saber como sanar o problema. Mas a pergunta que fica é: o que de fato é o bullying? Ele é um sinal (histórico) de que? E ainda mais: ele é um problema restrito à escola? Por que os alunos são tão cruéis com seus colegas?
A tragédia na escola do Rio de Janeiro acontece num contexto bastante relevante. Em outubro de 2009, Geyse Arruda foi hostilizada por seus colegas de faculdade porque, segundo eles, ela não sabia se vestir de modo “apropriado” para freqüentar as aulas. Em junho de 2010, Bruno, goleiro do Flamengo, é suspeito de matar a ex-namorada, Elisa Samudio, por não querer pagar pensão ao filho. Suposta garota de programa, Samudio foi hostilizada na opinião de muitos brasileiros. Após rompimento, Mizael Bispo, inconformado, mata sua ex-namorada Mércia Nakashima em maio de 2010. Em novembro de 2010, grupos de jovens agridem homossexuais na Avenida Paulista, enquanto Mayara Petruso incita o assassinato de nordestinos pelo Twitter. E mais recentemente, em cadeia nacional, Jair Bolsonaro faz discurso de ódio contra homossexuais e negros. Tudo isso instigado e complementado pelo discurso intolerante, preconceituoso, conservador e mentiroso do candidato José Serra à presidência da República. A mídia? Estava ao lado de Serra, corroborando em suas artimanhas, reforçando preconceitos contra Dilma, contra as mulheres e contra os tantos mais “adversários” do candidato tucano.
Wellington matou mais meninas na escola carioca. Se, por um lado, jamais saberemos as reais razões que o fizeram agir dessa forma, por outro sabemos o quanto a sociedade brasileira tem sido, no mínimo, indulgente com atos de intolerância, machismo, ódio e preconceito contra mulheres, negros e homossexuais. Se não há uma ligação direta entre esses diversos acontecimentos, eles pelo menos nos fazem pensar o quanto vale a vida de alguém em um contexto de tantos ódios? Quantas mulheres morrerão hoje vítimas do machismo? Quantos gays sofreram violência física? Quantos negros sentirão declaradamente o ódio racial que impregna o nosso país? O que é o bullying se não o prolongamento para a escola desse tipo de mentalidade? Quantas pessoas apoiaram as declarações de ódio de Bolsonaro via Facebook? Aquilo que acontece no ambiente escolar nada mais é do que um microcosmo do que a sociedade elege como valores primordiais. E o Brasil, que por tanto tempo negou a “pecha” de racista e preconceituoso, vê sua máscara cair.
Não adianta culpar o bullying, achando que ele é um problema de jovens, um problema das escolas. Não adiante grades e detectores de metal nas entradas ou a proibição da venda de armas. Como professora, sei que o que os alunos reproduzem em sala nada mais é do que ouviram da boca de seus pais ou na mídia. Não adianta pedir paz e tolerância no colégio enquanto a mídia e a sociedade fazem outra coisa.
Na escola, o problema do bullying é tratado como algo independente da realidade política, econômica e social do país. Mas dá pra separar tudo isso? Dá pra colocar a questão só em “valores” dos adolescentes, da influência do malvado do computador ou dos videogames? Ou é suficiente chamar o ato de Wellington de uma “violência pós-moderna” sem explicação? Das muitas agressões cotidianas, a da escola do Realengo é apenas uma demonstração da potencialidade de nossos ódios. A única coisa que me pergunto é: teremos a coragem de fazer esse tipo de discussão?
Ana Flávia C. Ramos é professora, historiadora pela Unicamp
Queria você aqui pra me confortar do jeito que só você sabe. Queria que o sonho estivesse a poucos passos da realidade.. que as estrelas do céu brilhassem sem medo, e que fugir com você passasse de um erro. Eu nunca te vi, mas isso não me impede de sentir... A fantasia sai da minha mente e vejo você na minha frente! um amor puro e belo que, apesar de tentar, não me deixa parar de sorrir... Já foi, é e sempre vai ser. Um sentimento que jamais acaba. Mesmo que no fim eu acabe com outro alguém, o que eu divido com você, é seu e de mais ninguém.
É difícil ver o branco e querer começar a escrever. Idéias, milhões de idéias, todas bagunçadas dentro da cabeça! Eu nem me conheço! Como vou saber quem sou, ou mesmo o que eu quero? Não sei o que eu quero! A maioria das vezes eu tento passar o que eu sou para as pessoas, e elas entendem de forma errada.. principalmente você. Você entende as coisas do jeito que você quer entender.. Eu não posso tentar explicar, você não ouve. Eu não posso tentar conversar, você não escuta. Eu queria entender o por que.. Acho que você já ficou com tanta menina que não te deu valor, que você deve ter criado um bloqueio com qualquer uma. Pra você, nenhuma presta.
E vai ver eu não presto mesmo. Vai ver o erro sou eu. Vai ver eu que estou errada ao ter medo de te querer tanto. Essa é a palavra-chave do momento: medo.
Medo das suas atitudes, medo de depender das suas atitudes.. Se você ao menos entendesse que o que você já passou com elas, eu também já passei com eles.. Mas você não quer entender, eu acho. A minha vontade mesmo era conseguir me abrir e me entregar completamente nos teus braços, sabendo que eu não ia cair. Mas eu tenho medo. Você não me passa segurança. A gente nunca conversa sobre nada, oras... Eu não sei o que você pensa, o que você sente. Os outros vem me falar (e dentro desses outros, estão muitas pessoas!), mas eu não gosto de ouvir coisas dos outros. Eles complementam o que você fala com idéias deles e aí complica. Complica porque não é exatamente o que você falou, então não traduz o que você pensa, o que você quer.
Eu não sei nem explicar qual é a situação atual em que a gente se encontra. Não sei se é melhor falar tudo isso pra você (pq você não vai ler isso aqui no blog, com certeza.), ou é melhor deixar as coisas acontecerem.. Mas aí é que tá.
Eu me prometi que ia deixar as coisas acontecerem enquanto estivesse me fazendo bem. Mas tá começando a me fazer mal... A certeza da incerteza me agonia de uma forma que eu nem sei explicar. E eu tento fazer tudo certo, mas sempre, SEMPRE alguma coisa dá errado.
Eu sou muito babaca, cara.. Eu tenho certeza que nesse momento você está se divertindo, deve estar rodeado de mulheres. E eu aqui, pensando nisso.
Odeio assumir isso, mas desde o dia 13, não fiquei com outra pessoa. E não foi por falta de oportunidade. Foi porque eu não quis. E eu sei que você quis. E que provavelmente você ficou.
Resumo da ópera: eu não sei o que fazer e eu morro de medo.
Morro de medo, pois eu já amei muito alguém, e ele disse que me odiava, que não queria falar comigo nunca mais e que era pra eu sumir da vida dele.
Morro de medo, pois eu já apresentei alguém pros meus pais, e ele não deu valor nenhum à isso.
E eu queria que com você fosse diferente.. Que as coisas dessem certo, sem eu ter que ficar jogando joguinhos. Que você percebesse que quando eu estou com alguém, é porque eu realmente quero estar com esse alguém, e não simplesmente porque não tem mais ninguém pra tapar buraco. Eu queria realmente que as coisas fossem diferentes com você.. Mas não sei se é isso que você quer. ;/
"Você foi a minha vida. Enquanto eu fui apenas um capítulo da sua, que deve continuar como antes de eu ter partido. Mesmo eu não estando mais aqui, quero que você seja feliz, é o que eu mair quero em toda eternidade, acredite. É com essas palavras que eu escrevo minha última carta, em corpo posso não estar mais aqui com você, mas em mente eu estarei eternamente ao seu lado. Ps.: Eu te amo."
*makeitdream
Posso te falar dos sonhos, das flores...
de como a cidade mudou...
O tempo passa, e tudo muda. Não entendo porque o que eu sinto não muda. E toda vez que eu lembro disso, uma tristeza tão grande toma conta de mim, que as vezes eu não sei se vou aguentar... Já não choro mais, cansei de chorar. Mas não é suportável. Não é.
Posso te falar do medo, do meu desejo...
do meu amor...
Já falei, muitas vezes. Acho que o tudo não basta. O tudo meu é nada seu. E não sei porque você não me deixa. Não me deixa, porque todo lugar que eu vejo tem alguma coisa sua. Ou é sua família, ou é seu carro, seu perfume, qualquer coisa. Não aguento mais isso, não quero mais isso. Mas não sei como tirar você de mim. Não sei.
Posso falar da tarde que cai
E aos poucos deixa ver no céu a Lua
Que um dia eu te dei
Sim te dei. Te amei com todas as minhas forças, apesar de não demonstrar quase nunca. Te quis do meu lado, PRECISEI de você do meu lado. E apesar de você ter me decepcionado muito, me feito muito mal, eu não vejo como dar um fim nisso tudo. Porque continuo olhando suas fotos, e sentindo isso aqui dentro? Porque continuo esperando que você largue tudo e me ligue dizendo para sermos felizes pra sempre? Porque eu simplesmente não consigo te excluir da minha vida, tão fácil como exclui teu número do meu celular?
Gosto de fechar os olhos
Fugir do tempo, de me perder
Posso até perder a hora
Mas sei que já passou das seis
As vezes quando eu fujo, e me perco, eu consigo esquecer um pouquinho que você existe. E eu tenho paz. Mas você dá um jeito de voltar pra minha vida, não necessariamente intencionalmente, mas você sempre volta. E eu cansei! Mas não sei como dar um basta. Não acredito ainda que você fez o que fez. Depois de tudo que passamos juntos, depois de mais de 6 anos, você vir falar desaforos na minha cara. Você é a grande decepção da minha vida. A maior de todas. E não é suportável. Eu não aguento mais.
Sei que não há no mundo
Quem possa te dizer
Que não é tua a Lua que eu te dei
Pra brilhar por onde você for
...
Não há. Ninguém. Nem mesmo quem você imaginar agora. É tua, e sempre vai ser. Não é suportável imaginar você com..., eu tento, mas não consigo. Não quero ver. Nunca. Eu te amei. Mas não quero mais... Cansei. Nem que eu te peça, por favor, não me atenda. Não quero isso pra mim. Sinto muito por o meu grande amor, ter se tornado a minha grande decepção. Mas não dá mais. Não é suportável.
E foi assim. Nossa história começou meio atropelada, no dia 03/09/09...
Conheci ele num restaurante, que por sinal já foi local de muuuuuuuitas outras histórias.. hahaha, quem diria. Mas enfim...
Era meu aniversário. Eu cheguei lá, pra comemorar o aniversário de uma outra amiga, e ele (que já me "conhecia" - sabe aquele conhecer de saber tudo da vida da pessoa, mas nunca ter sido apresentado? então.) me viu e disse: "Parabéns, Aninha!". E eu respondi "Obrigada, Augusto!" hihihihihi
Conversa vai, conversa vem, a gente combinou de ir no cinema na semana seguinte, junto com a Deborah, que morava aqui, mas mudou, e nessa época ela veio só de passagem, mas agora ela mora aqui de novo! (oO) E num é que a gente foi mesmo no cinema? E foi super divertido... E assim a gente foi ficando bem muito amigo. Eu já conhecia muita história daquele tal de Augusto Arcanjo. A maioria das histórias era ruim.. Mas eu tinha que criar minha própria opinião; conhecer pra julgar, sabe?
Muitas coisas aconteceram, muitos erros, muitos acertos, uma paixão, uma desilusão, troca de faíscas, um tempo sem se falar, muitas conversas, alguns tapas na cara, e agora eu digo: acho que formei uma opinião!
Biju tem seus defeitos. Mas tem as qualidades mais lindas do mundo..
Não é por nada não, mas ele é extremamente parecido comigo... hahah Mas sério, o que eu acho mais incrível nesse quase um ano de histórias, foi como aquela amizade que começou a ser cultivada no dia 03, teve uma base tão forte, que conseguiu passar (e com muita dignidade!) por tudo que passou... E como a cumplicidade entre nós é evidente! A conversa mais sincera que eu tive foi com ele. Eu sei que ele lembra muuuito bem, do post cheio de insultos, assim como a resposta, eu chorando mil (hihi), e cada um falando TUDO que queria. tudo que pensou. tudo. sinceridade. amor.
Porque não sei se as pessoas sabem, mas eu ainda sou apaixonada por ele. Éééé... mas agora é uma paixão diferente. É pura, de proteção, sincera, de cumplicidade, verdadeira, sabe? Aquela que eu sei que eu posso chegar e falar o que for pra ele que ele vai aceitar, ou discordar e conversar. Conversar... Aquela que vai durar pra sempre! Mas pra sempre mesmo.
Por isso, eu agradeço a Deus por ter colocado esse biju na minha vida... Até porque, se tudo der errado, a gente vai casar pra constituir uma família, sabe? :D hihi
Como eu disse no post anterior, existem pessoas na nossa vida que são de extrema importância. Então, agora fui pro lado daqueles que são de extrema importância, e que dão valor ao que a gente faz por eles. hihi
E hoje falei de alguém em especial.
Guto pra uns, Augusto Arcanjo pra outros... pra mim ele é só Biju. :)
teamomuito.
Sonhei com você.
Senti sua pele na minha, seu cheiro, seu calor.
Preciso dizer: que vontade de estar com você!
Queria poder dizer tudo que penso, sem ter medo do que você vai pensar, ou de como você vai reagir!
Queria não ter que fazer os desnecessários e ridículos joguinhos do amor.
Ah... você.
Quero viver ao seu lado, morar ao seu lado, sorrir ao seu lado, estar ao seu lado.
Ser protegida e te proteger!
Poder não ter que me preocupar, pois você está ali.
Você está ali!
E eu posso me entregar, posso te amar, posso te querer, porque você se entrega, você me ama, você me quer...
É impossível pensar em viver sem pensar em você comigo pra sempre.
E eu sonhei com você...
É puro, lindo.
É inacreditável.
É a maior felicidade do mundo!
É tão bom estar contigo, suas conversas, nossas conversas!
Estar contigo...
E eu sonhei com você...
Não vi teu rosto; mas sonhei com você...
E foi a melhor coisa do mundo...
As Quatro Estações merecem a fama. Porém sua apreciação poderia ser muito melhor se juntamente com as gravações fossem divulgados os sonetos que lhe servem de complemento. Não é preciosismo inútil: trata-se do melhor entendimento e fruição da obra, adicionando-se importante elemento para alcançar as cenas imaginadas por Vivaldi. São quatro sonetos, um para cada concerto. Talvez os ouvintes lessem-os durante a execução, talvez alguém recitasse-os ao público adequando-os ao desenvolvimento da música. O casamento entre poesia e música é tão perfeito que se reforça a presunção de autoria em relação a Vivaldi.
A Primavera
Chegada é a Primavera e festejando
A saúdam as aves com alegre canto,
E as fontes ao expirar do Zeferino
Correm com doce murmúrio.
Uma tempestade cobre o ar com negro manto
Relâmpagos e trovões são eleitos a anunciá-la;
Logo que ela se cala, as avezinhas
Tornam de novo ao canoro encanto.
Diante disso, sobre o florido e ameno prado,
Ao agradável murmúrio das folhas
Dorme o pastor com o cão fiel ao lado.
Da pastoral Zampónia ao Suon festejante
Dançam ninfas e pastores sob o abrigo amado
Da primavera, cuja aparência é brilhante.
O primeiro movimento relaciona-se com a primeira e a segunda estrofes; o segundo com a terceira e o terceiro com a quarta. O ano no hemisfério norte começa no inverno e a primeira estação completa é a primavera.
O Verão
Sob a dura estação, pelo Sol incendiada,
Lânguidos homem e rebanho, arde o Pino;
Liberta o cuco a voz firme e intensa,
Canta a corruíra e o pintassilgo.
O Zéfiro doce expira, mas uma disputa
É improvisada por Borea com seus vizinhos;
E lamenta o pastor, porque suspeita,
Teme feroz borrasca: é seu destino [enfrentá-la].
Toma dos membros lassos o repouso
O temor dos relâmpagos e os feros trovões;
E de repente inicia-se o tumulto furioso!
Ah! No mais o seu temor foi verdadeiro:
Troa e fulmina o céu, e grandioso [o vendaval]
Ora quebra as espigas, ora desperdiça os grãos [de trigo].
De novo o primeiro movimento relaciona-se com as duas primeiras estrofes; o segundo com a terceira e o terceiro com a quarta. Lido o soneto, impossível não ouvir cantar o cuco do terceiro verso, nem deixar de lado, no segundo movimento, os avisos da tempestade que desabará no terceiro. O pintassilgo - gardellino - foi pássaro dos afectos do compositor.
O Outono
Celebra o aldeão com danças e cantos
O grande prazer de uma feliz colheita;
Mas um tanto aceso pelo licor de Baco
Encerra com o sono estes divertimentos.
Faz a todos interromper danças e cantos,
O clima temperado é aprazível;
E a estação convida a uns e outros
Ao gozar de um dulcíssimo sono.
O caçador, na nova manhã, à caça,
Com trompas, espingardas e cães, irrompe;
Foge a besta, mas seguem-lhe o rastro.
Já exausta e apavorada com o grande rumor,
Por tiros e mordidas ferida, ameaça
Uma frágil fuga, mas cai e morre oprimida!
O primeiro movimento liga-se à primeira estrofe, o segundo à segunda, e o terceiro às duas últimas. Vivaldi valeu-se apenas de cordas tangidas e percutidas.
O Inverno
Agitado tremor traz a neve argêntea;
Ao rigoroso expirar do severo vento
Corre-se batendo os pés a todo momento
Bate-se os dentes pelo excessivo frio.
Ficar ao fogo quieto e contente
Enquanto fora a chuva a tudo banha;
Caminhar sobre o gelo com passo lento
Pelo temor de cair neste intento.
Girar forte e escorregar e cair à terra;
De novo ir sobre o gelo e correr com vigor
Sem que ele se rompa ou quebre.
Sentir ao sair pela ferrada porta,
Siroco, Borea e todos os ventos em guerra;
Que este é o Inverno, mas tal, que [só] alegria porta.
O primeiro movimento une-se à primeira estrofe. O segundo, de curta duração, prende-se apenas aos dois primeiros versos da segunda quadra. Os demais versos estão vinculados ao terceiro, desenvolvendo-se num crescendo cuja interpretação aceita algum optimismo.
Ricardo de Mattos
Taubaté, 6/2/2003
Tenho que terminar de contar da viagem né??
Mas fica pra uma outra oportunidade... quero falar bem muito dos musicais ainda, mas não agora! :D
Na verdade, tenho pensado muito durante essa viagem de Sampa.. Tenho pensado no meu futuro, no que eu vou querer mesmo pra vida.. Tenho pensado em tirar umas coisas que andam pesando na minha "bagagem", o que alguns preferem chamar de "vida"...
Tenho pensado que MUITA COISA aconteceu em 2009. Muita coisa boa! E muita coisa que não devia acontecer..
Uma delas que tá presa aqui dentro, tá começando a me incomodar; e já era tempo.
Eu não sei exatamente onde eu estava com a cabeça quando tudo aconteceu. Na verdade, era algo que eu queria muito, mas que quando aconteceu, não foi exatamente como eu previa. O encanto se quebrou.
Tudo que eu construi em mais ou menos 6 anos de "amizade-colorida" foi pro espaço.
Tá, mentira. O que NÓS CONSTRUIMOS, sempre vai existir. Até porque, está lá, no passado. E o passado a gente não pode mudar.
Mas a imagem que eu tinha daquela pessoa, mudou. Eu vi que na verdade, eu estava idealizando alguém que não existe. Alguém que é perfeito pra mim, mas que não é você.
Enfim.
Ainda tenho que me acostumar com a idéia de que... na verdade, você não é quem eu achava que você é. Isso é tema de filme né? kkkkkkkkk
E o pior de tudo (ou o melhor...) é que a culpa disso tudo é só minha. (:
Paradigmas se quebrando... but anyway. Acho que ainda não quero te ver casando.
Algum dia, num futuro próximo, conseguirei, I promise. ;)
Na verdade, ser exclusiva faz falta. Ser o mundo, a razão, a metade da laranja.
Ser única, e não "aquela outra"..
Ser a historia, e não a intromissão.
Infle o ego de quem quiser inflar (o que eu imagino que já esteja BEEEM inflado. hahaha).
O fato eh que eu cansei de me encontrar na mesma situação em tantas historias diferentes. E eu acho que eu tenho o direito de me sentir mal por conta disso.
Na verdade preciso aprender a lidar com essas coisas, porque não aguento mais correr pra chegar no mesmo lugar. Um lugar que eu quero que seja meu. Que, actually, era pra ser meu.. mas que não é meu.
E finalizo o post com uma música pra pensar...
"Don’t get me started, it’s getting kinda crowded in here
Back up off me, I’m feeling like I’m suffocating
Now here’s my problem, I’m not gonna be your chick on the side
Forget about it, you know damn well it wouldn’t be right
I don’t know what you been thinking bout me
Did you think this was gonna be that easy?
Hell no you must be going crazy!
Why don’t you get back to your world, Go back to your girl
I think you owe her.
I know what’s going on
I won’t be second to none...
They say you can’t have your cake and eat it too
Tell me what’s the meaning?
What’s the sense of me having cake if I can’t eat it?
Cheaters never win my friend
You like creeping but hate when your girl start cheating..."
créditos à http://tocanaferida.blogspot.com
"O perdão é como um fiozinho de luz que chega tímido. É preciso caminhar, devagar, da escuridão para a luz a fim de que a pressa não ofusque o olhar. Na travessia, pode-se perceber a complexidade dos seres humanos e de como as emoções desafiam a arte de amar.
Todavia, surge o desejo de se enfrentar a escuridão e do apresentar-se a si mesmo, revelando lados escuros e luminosos. Isto exige coragem e trabalho. E deste novo passo brota a consciência de que o perdão desperta a verdadeira bondade dentro de cada um, e que este gesto é uma decisão interna; é algo que se oferece e, paradoxalmente, algo que você presenteia a si mesmo. Shakespeare já dizia: "guardar rancor, ressentimento, é como tomar veneno e ficar esperando que o outro morra." Sábias palavras do escritor inglês. Para se vivenciar o perdão é preciso tomar contato com as emoções, impedimentos internos, e tirar máscaras! A raiva é uma linguagem a ser interpretada: debaixo de uma agressão, de uma ofensa, pode estar um pedido de socorro, de reconhecimento.
Na caminhada há avanços e recuos e, em certos momentos surge a indagação: Existe perdão para coisas imperdoáveis?! Aos poucos, percebe-se que depende do querer desvencilhar-se de correntes antigas e de fatos imaginados como "imperdoáveis".
Durante todo o processo é possível começar a vislumbrar uma outra forma de compreender o "agressor" e a si mesmo. A consciência da interrupção brusca ou nunca imaginada de sonhos e projetos, pode ser uma forte armadilha para não se permitir o perdão.
A partir da libertação do ardil do passado, pode nascer um novo olhar para o presente e o compromisso de se assumir como co-criador de sua própria realidade e deixar de se ver apenas como vítima dos outros e/ou das situações. Você pode se surpreender, com o que o amor é capaz de fazer.
Afinal, quer fazer Deus rir? Conte a Ele os seus planos..."

E a poeira vai abaixando...
E as coisas voltando ao normal! o/
Claro que sempre tem uma pulguinha enchendo o nosso saco né? Ainda mais quando se trata de mim. hahaha Ninguém mandou minha mãe me ter bem no dia 3/09.
Ser virginiana complica minha vida, porque eu sou extremamente perfeccionista, no que quer que seja o assunto... Aí não dá né, mano. :D
Mas faz parte.
Ontem, brincando de conselhos no facebook com um amigo, ele falou de largar tudo aqui e ir logo pra São Paulo fazer Música na USP. Tá, é um coisa que é tipo, sem condições, até porque eu não passaria na Prova de Habilidades Específicas. At all!
E eu preciso me formar em Pedagogia! Se meus planos continuarem os mesmos pro futuro, eu vou precisar desse diploma mais tarde... Mas que dá vontade, ahhh... isso dá!! Demais!! E aí eu começo a pensar (xiiii...): talvez essa vontade toda também não passe de querer fugir do que me atormenta aqui. Mano, porque eu sou tão complexa? hahahaha..
Tá tudo tranquilo, mas tá tranquilo porque eu não tô encarando meus problemas de frente. Mas será que o melhor seria mesmo encarar logo e acabar com eles? Talvez eu não queira.. Não só porque não é a decisão mais confortável, mas também porque se eu fizer isso, pode ser que eu esteja jogando fora futuras oportunidades... o que nos leva a concluir que não são exatamente problemas, e sim... situações desconfortáveis...? Acho que é a melhor definição...
Não quero empurrar nada com a barriga, mas acabo sendo obrigada pela decisão de outras pessoas. Na verdade, obrigada não, jamais. Eu vou levando até quando EU quiser. Quando me cansar/irritar eu simplesmente vou chegar e falar "Queridão(a), pra mim não dá mais não."
Já fiz isso muitas vezes, e não vai ser agora que eu não vou fazer. Pode até parecer meio grosseiro e egoísta quando a gente fala assim, mas o que importa mesmo pra mim, sou eu. Já sofri muito por pessoas que não mereciam, e eu sei que eu não mereço sofrer assim de novo. Então, so sorry, mas a minha felicidade tá acima de qualquer coisa. Pelo menos pra mim. Pelo menos por enquanto.. Acho que quando eu tiver um filho, a dele vai vir primeiro. ahaoeiuhoieuahae
Voltando ao assunto, o que eu preciso enxergar com mais facilidade é que em qualquer lugar que eu estiver, vão existir "situações desagradáveis" e eu vou ter que lidar com elas. Não é simplesmente porque eu vou morar em outra cidade, que elas vão desaparecer e tudo vai ser um paraíso... vocês entendem? Então, me ajudem a convencer minha mente disso! hahahahaha
Então tá. Vou me aquetar aqui, tentar adiantar meu curso de Pedagogia, e arrumar meus horários pra me dedicar duplamente aos meus estudos musicais. Próximo objetivo: Conseguir entrar pra música na USP até o fim de 2013 pelo menos. E vamo que vamo!!!
(Eu tinha criado o blog pra falar das coisas sem ninguém saber, mas me encheram tanto o saco pra falar qual era o blog, que agora não posso mais escrever sobre as coisas abertamente ¬¬ haha)
If today was your last day
and tomorrow was too late
Could you say goodbye to yesterday?
Would you live each moment like your last?
Leave old pictures in the past?
Donate every dime you had?
Against the grain should be a way of life
what's worth the price is always worth the fight
every second counts 'cause
there's no second try
So live like you're never livin twice
don't take the free ride in your own life
If today was your last day
and tomorrow was too late
Would you call those friends you've never seen?
Reminisce old memories?
Would you forgive your enemies?
Would you find that one your dreaming of?
Swear up and down to God above
that you'll finally fall in love?
If today was your last day
Would you make it up by mending a broken heart
You know it's never too late
to shoot for the stars
regardless of who you are
so do whatever it takes
'cause you can't rewind
a moment in this life
let nothing stand in your way
cause the hands of time are never on your side
If today was your last day
and tomorrow was too late
could you say goodbye to yesterday?
would you live each moment like your last?
leave old pictures in the past?
donate every dime you had?
would you call those friends you've never seen?
reminisce old memories?
would you forgive your enemies?
would you find that one your dreaming of?
swear up and down to God above
that you'll finally fall in love?
if today was your last day.
Que dias estranhos que estão sendo esses. Muitas informações, muitas!! Depositadas logo em mim, que demoro MILHÕES de anos pra digerir as coisas e pra organizar minha cabeça!
O que eu consigo tirar daqui nesse momento é o seguinte: Foram poucas as pessoas que eu amei na vida. E graças a Deus, depois de hoje eu posso dizer que elas estão presentes na minha vida e que, nas qualidades e em grau de importância pra mim, continuam sendo o que sempre foram, apesar de termos nos afastado um pouco por motivos adversos.
Enfim. Hoje foi um dia bom. Ótimo, na verdade.
Puxando o fio do post anterior, entrei no meu fotolog (oi?! né.) e comecei a relembrar algumas histórias antigas. Como tudo era muito gostoso de se viver..!
E pra completar o dia de lembranças, fiquei até agorinha a pouco conversando com uma pessoa que significa muito pra mim. E ela sabe disso. ;) sabe até um pouquinho demais né ¬¬ fica se achando aí pelos caantos e tal. hahahaha.
E como é bom relembrar das coisas antigas... Rir um pouco das nossas preocupações de antigamente, dos nossos desejos. Até das nossas reações, que acabamos percebendo que seriam totalmente diferentes se as coisas estivessem acontecendo hoje. Maturidade.
Saber como fazer as coisas. Saber agradar. Saber como agradar. Me conhecer, "mais do que eu imagino", melhor que ninguém! Sorrir. Amar.
Não dá certo. Toda vez que a gente conversa, a gente acaba chegando na mesma conclusão. Não vou citá-la (explicitamente) aqui, mas é incrível. É sempre a mesma! Não importa a época, não importa a situação, não importa a hora, o dia, o mês, nem o ano.
You will always be my boo.
